[Apresentadora justifica que transferências em documentos dos EUA referem-se a transferências bancárias pessoais e não a relações com o bilionário]

No dia 09 de fevereiro de 2026, a apresentadora Luciana Gimenez manifestou-se publicamente sobre a menção de seu nome em arquivos do Departamento de Justiça dos EUA. A visa desmentir barcos de envolvimento com o empresário falecido Jeffrey Epstein e impacta diretamente a notificação da comunicadora e a percepção do público sobre os documentos vazados.
Segundo as informações apuradas, o processo de citação ocorreu devido a extratos bancários de movimentações ocorridas entre 2014 e 2019 que integram os arquivos do caso. Os dados indicam que, embora apliquem valores como US$ 12 milhões , a defesa sustenta que se trata de transferências internacionais entre contas da própria apresentadora, sem qualquer transação direta com o fundo do bilionário, o que deve ser comprovado via documentação do Deutsche Bank.
“Nunca conheci Jeffrey Epstein e jamais tive qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele”, afirma Luciana Gimenez . A declaração vem ao encontro das novas exigências de transparência e combate às notícias falsas , reforçando que a presença de nomes em grandes bases de dados investigativas não implica, necessariamente, na participação em ilícitos.
Com essa nova fase de esclarecimentos técnicos, a expectativa é que o caso seja encerrado sem danos à imagem do artista.